

Fazer gestão de viagens onde cada um pede de um jeito sem organização é um desafio recorrente em empresas que ainda não estruturaram de forma geral os seus processos de viagens corporativas. A descentralização das solicitações, quando não acompanhada de governança e organização, gera impactos diretos em custos, controle e eficiência operacional. Neste conteúdo, você vai entender quais passos pode tomar para uma gestão mais equilibrada, independente do seu perfil e diretriz de processo, e como dar os primeiros passos para transformá-la em um processo mais seguro, estratégico e orientado por dados.
6 etapas cruciais para começar a organizar sua gestão de viagens
O mercado de viagens corporativas no Brasil segue em expansão, impulsionado pela intensificação das relações comerciais e pela necessidade de conexões estratégicas.
Esse crescimento traz um efeito direto dentro das empresas: o aumento no volume de viagens exige uma gestão mais estruturada. Isso porque, o que antes era tratado de forma operacional passa a demandar controle, previsibilidade e inteligência.
Quando esse crescimento não é acompanhado por processos organizados, sejam eles centralizados ou descentralizados, surgem impactos claros:
- aumento de custos invisíveis
- perda de visibilidade gerencial
- redução do poder de negociação
- ausência de previsibilidade financeira
- decisões desalinhadas
Nesse contexto, a pergunta deixa de ser operacional e passa a ser estratégica:
como organizar a gestão de viagens sem comprometer a fluidez da operação?
Empresas que não evoluem nesse ponto tendem a operar com baixa eficiência, mesmo com investimentos crescentes.
Objetivo deste artigo:
Neste conteúdo, você terá a oportunidade de conferir 5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens
- 6 etapas cruciais para começar a organizar sua gestão de viagens
- 6 etapas cruciais para começar a organizar sua gestão de viagens
Por que esse cenário rapidamente se torna um problema?
A falta de organização na gestão de viagens não se limita a um problema pontual. Ela cria um padrão de ineficiência que impacta toda a operação.
Diante disso, o ponto central não é a descentralização, mas a ausência de governança. Operações descentralizadas podem ser eficientes, desde que exista padronização, controle e consolidação de dados. Sem isso, a empresa perde a capacidade de enxergar sua própria operação.
Na prática, isso se traduz em:
- compras fora da antecedência ideal prevista em política
- baixa aderência a outros direcionamentos da política de viagens
- dificuldade de auditoria
- retrabalho entre áreas
- inconsistência de dados e relatórios
Além disso, o profissional responsável pela gestão de viagens corporativas passa a atuar de forma reativa, focado na resolução de problemas, e não na melhoria contínua do processo.
Por onde começar a organizar a gestão de viagens sem travar a operação?
Organizar não significa burocratizar. Mas sim, significa estruturar o processo para que ele funcione com consistência e controle.
E, isso independe do modelo adotado, seja centralizado ou descentralizado. O ponto de partida está na definição de uma base sólida de gestão.
Confira a seguir 3 passos para você avaliar:
1. Estruturação das solicitações: controle não depende de centralização
Centralizar pode ser eficiente, mas não é obrigatório.
Empresas com operações distribuídas ou com maior autonomia entre áreas muitas vezes precisam trabalhar de forma descentralizada.
Para garantir controle, é essencial estabelecer:
- critérios mínimos para todas as solicitações
- regras claras de processo
- registro estruturado das informações
Esse padrão permite consolidar dados, entender o comportamento de consumo e identificar oportunidades de otimização. A maturidade está justamente na capacidade de equilibrar autonomia com controle.
Nesse contexto, o apoio de uma TMC deixa de ser operacional e passa a ser estratégico, ajudando a integrar processos, consolidar informações e dar suporte à gestão.
2. Política de viagens: o principal instrumento de governança
Ter uma política de viagens não é suficiente, ela precisa ser aplicável. Na prática, muitas políticas falham porque não consideram a realidade da empresa, como:
- as características, perfil, frequência e particularidades dos viajantes
- as necessidades específicas das áreas
- os controles de investimento dos centros de custos, unidades, áreas etc.
Diante disso, em operações descentralizadas, a política assume um papel ainda mais relevante, pois funciona como base para todas as decisões.
Mais do que um conjunto de regras, a política deve orientar comportamentos e decisões.
3. Tecnologia como base para controle e inteligência
A tecnologia viabiliza a gestão, especialmente quando há múltiplos pontos de solicitação. Mais do que automatizar processos, ela permite consolidar informações e gerar visibilidade sobre a operação.
No entanto, com o uso adequado de ferramentas orientadas à gestão, a empresa passa a acompanhar:
- padrões de consumo por solicitante, centro de custos, projetos, departamentos, viajantes
- avaliar a utilização de fornecedores preferenciais com acordos comerciais
- adesão e desvios de política
- oportunidades de negociação por concentração de share por fornecedor, localização, preço etc.
Isso eleva o nível da gestão, permitindo decisões baseadas em dados, e não em percepções. Por esse motivo, é recomendado o uso de sistemas de reservas, também conhecido como OBT para que o profissional que fica afrente da gestão de viagens corporativas, possa centralizar ou descentralizar seu processo, mas sem perder o controle, visibilidade, segurança e organização dos dados de viagem da sua empresa.
Quais erros impedem a evolução da gestão de viagens?
A tentativa de organizar sem uma visão estruturada pode gerar mais complexidade do que solução.
Listamos alguns dos principais erros:
- desconsiderar a realidade operacional da empresa
- criar políticas e diretrizes difíceis de aplicar
- não investir em comunicação interna
- tratar a gestão de viagens como atividade de menor importância sem controle e dados
- possuir diversos relatórios com KPIs que não dão direcionamento para oportunidades de evolução
- não contar com suporte especializado de uma agência concentrando toda a operação e estratégia para si
Fazer gestão de viagens corporativas não é uma atividade fácil... Nós sabemos disso. E sabemos o quão desafiador é para profissionais que possuem essa função dentro do seu escopo, que é divido com outras atribuições.
Por isso que,contar com um parceiro especializado nesse serviço é um investimento para a rotina desse profissional e para a empresa como um todo, pois organizar gestão de viagens exige alinhamento entre processos, pessoas e objetivos.
6 etapas cruciais para começar a organizar sua gestão de viagens
| Etapa Estratégica | O que precisa ser feito | Impacto no negócio |
| Modelo de solicitações | Definir fluxo centralizado ou descentralizado com padronização mínima | Consistência, controle e maior gestão |
| Política de viagens | Estabelecer diretrizes claras e aplicáveis | Redução de custos e aumento de performance |
| Fluxo de aprovação | Definir responsáveis e critérios | Agilidade, previsibilidade e assertividade |
| Tecnologia | Implementar sistema de reserva de viagens | Visibilidade, gestão, possibilidade de integrações |
| TMC especializada | Integrar uma parceira estratégica | Diminuição de dores de cabeça, ganho de agilidade e segurança, e suporte consultivo, operacional e estratégico |
| Monitoramento | Acompanhar indicadores, performance e com a TMC avaliar pontos fortes e oportunidades com plano de ação conjunta | Tomada de decisão e direcionamentos estratégicos |
É importante frisar que, organizar não é centralizar!
Nem toda operação exige centralização. Mas, toda operação exige controle.
Com isso, o diferencial está na capacidade de estruturar um modelo que garanta. Empresas que alcançam esse nível deixam de atuar no improviso e passam a gerir viagens de forma estratégica.
É nesse cenário que a Dynamic Travel atua: conectando processos, tecnologia e inteligência para transformar a gestão de viagens em um ativo para o negócio. A Dynamic Travel, com mais de 20 anos de atuação, apoia empresas nesse processo, estruturando a gestão com base em tecnologia, governança e inteligência de dados.
Conheça a Dynamic Travel
A Dynamic Travel é uma TMC com mais de 20 anos de experiência em gestão de viagens e eventos corporativos, na qual possui portfólio extenso de serviços que tangem a rotina de empresas que precisam deslocar seus colaboradores a trabalho. A TMC se posiciona como parceira estratégica ideal para apoiar empresas em qualquer estágio dessa trajetória, desde a criação da política de viagens até a operação diária e análise contínua de resultados, com pequenas, médias e grandes empresas com diferentes necessidades, volume e comportamentos de compra e perfis de atendimento.
Além disso, a Dynamic Travel é reconhecida por sua proximidade, customização, flexibilidade e alto nível de gestão em processos e serviços ofertados. Atendemos todos os serviços de viagens corporativas, desde a emissão de passagens aéreas, hospedagens, locação de veículos, transfers ao atendimento multicanal 24/7 com consultores dedicados, suporte emergencial/VIP entre outros. Somamos a isso gestão com indicadores, análises e negociações estratégicas. Nossa atuação inclui também soluções financeiras para pagamento, integração e conciliação de faturas e cartões, garantindo total controle sobre o investimento em viagens, gestão de despesas corporativas e políticas.
Com mais de 450 grupos empresariais atendidos, a Dynamic Travel é uma S.A de capital fechado e uma empresa ESG que está no quinto ano consecutivo como participantes do Pacto Global da ONU.



