5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens

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O gestor de viagens deixou de ser apenas um intermediador entre empresa e TMC e passou a ocupar um papel central na governança, eficiência financeira e experiência do colaborador. A Dynamic Travel pontua 5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens, o que significa que o gestor de viagens precisa assumir protagonismo interno dentro da sua empresa, posicionar-se como referência técnica e estruturar processos que conectem política, indicadores e cultura organizacional. Ao longo deste conteúdo, você encontrará diretrizes práticas para fortalecer o papel do gestor, estruturar reuniões estratégicas, engajar stakeholders e transformar viagens corporativas em vantagem competitiva.


5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens

O setor de viagens corporativas no Brasil movimentou R$ 147,8 bilhões em 2025, segundo dados divulgados no LACTE 2026 com base no Levantamento de Viagens Corporativas (LVC) realizado pela Fecomercio SP em parceria com a Alagev. Portanto, esse volume expressivo reforça que viagens são investimento estratégico e não apenas despesa operacional.

É exatamente nesse ponto que surge a necessidade de compreender profundamente quais direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens, garantindo controle financeiro, compliance, segurança e experiência positiva do colaborador.


Objetivo deste artigo:
Neste conteúdo, você terá a oportunidade de conferir 5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens

5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens

1. O papel estratégico do gestor de viagens dentro da empresa

O gestor não é apenas operacional, ele é um articulador estratégico interno

O primeiro passo para aumento de performance do gestor tem como base três frentes principais:

Governança e posicionamento interno

  • Ter conhecimento e ser a referência técnica sobre os processos, fornecedores, diretrizes e política de viagens.
  • Garantir alinhamento e comunicação clara e transparente entre áreas, como exemplo: compras, financeiro, RH e diretoria.
  • Atuar preventivamente, não apenas reativamente.

O gestor estratégico não espera problemas surgirem, ele trabalha com previsibilidade.

Tradução de dados em decisões

O gestor de viagens precisa ter um olhar crítico e estratégico. Sendo assim, ele precisa contar com TMCs que possuem gestão em seu DNA e não se contentar apenas com envios de relatórios, mas sim ter uma agência que entrega além dos relatórios analíticos convencionais, mas que tenham um sistema de Business Intelligence por trás, provendo comparativos, indicadores e análises detalhadas. E o mais importante: ter um profissional dedicado à inteligência e compreensão desses dados de acordo com o cenário, perfil e atuação de cada empresa, conseguindo construir um Client Review preciso e estratégico.

Educação contínua da empresa

Viagem corporativa não é intuitiva e rasa. É processo, tempo e dinheiro.

Cabe ao gestor:

  • Capacitar seus solicitantes.
  • Atualizar lideranças sobre mudanças de processos e boas práticas.
  • Garantir entendimento da política de toda cadeia de viagens.
  • Mapear o que não funciona na política e no processo para reduzir retrabalho.

Ponto de atenção: O gestor de viagens precisa se posicionar como líder estratégico, para que a empresa passe a enxergar viagens como uma área estruturada (o que na maioria dos casos, as despesas de viagens figuram entre TOP 5 na linha de investimento de empresas) e não como centro de custo desorganizado sem processo e dedicação.

2. Política de viagens como instrumento de cultura e controle

Não existe como estabelecer uma rotina estratégica para gestão de viagens corporativas sem uma política estruturada.

Mas atenção: política não é apenas documento... É uma ferramenta de governança.

Ela deve contemplar:

  • Clareza de regras: sobre aéreo, hotel, transporte, reembolso, emergências etc. se estão claramente definidas, sem ambiguidades.
  • Estrutura correta de aprovação
  • Flexibilidade: permite exceções bem definidas, se há processo para emergências ou casos fora do padrão.
  • Acordos corporativos: clareza sobre acordos negociados, hotéis ou companhias aéreas preferenciais
  • Diretrizes de segurança e Duty of care.
  • Expense Management: critérios claros de quais despesas são aceitas, prazos definidos, documentação exigida, fluxo de aprovação.

Além disso, a política precisa ser:

  • Revisada e atualizada periodicamente.
  • Comunicada de forma didática.
  • Sustentada por indicadores.

Sem política clara, o gestor perde autoridade interna.

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3. Integração com a TMC e uso estratégico de tecnologia e prestação de serviço humano

Investir em uma TMC é reflexo de: maturidade no processo e gestão de viagens, segurança para toda a cadeia de viagens, previsibilidade, agilidade e inúmeros ganhos (em processos, financeiros, operacionais e estratégicos).

Em sua rotina com a TMC, o gestor deve:

  • Definir KPIs claros em conjunto com a sua TMC.
    A Dynamic Travel indica alguns dos principais indicadores para facilitar a tomada de decisão, como:
    • Volumetria de aéreo, hotel, carro e outros serviços
    • Ticket médio por produto (aéreo, hospedagem, locação)
    • Antecedência de compra
    • Ranking por viajante, centro de custo, aprovadores, fornecedores
    • Market Share de companhia aérea, redes hoteleiras e locadoras
    • Percentual de despesas dentro e fora da política
    • Promotores e detratores da política
    • Principais motivos e justificativas de viagem
    • Economia gerada por categoria, centro de custo, projeto, solicitante
    • Indicador de CO² e dentre outros.

  • E é papel da TMC estar próximo da sua empresa, com reuniões, oportunidades de melhoria, avaliação de performance, apresentação de resultados, análise de cases de sucesso e/ou melhorias
  • Ter uma cadência para analisar dados do BI
  • Trabalhar a quatro mãos em plano de ação para desvios identificados.

Além disso, a tecnologia deve ser aliada para:

Nesse contexto, a Dynamic Travel, com 20 anos de atuação em gestão de viagens corporativas e eventos, atua como parceira estratégica no relacionamento com clientes, oferecendo suporte consultivo, análise de indicadores, revisão de políticas e acompanhamento contínuo de performance fortalecendo o papel do gestor dentro da própria empresa.

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4. Dynamic Indica: possíveis pautas para discutir internamente

Análise de KPIs principais

  • provindos por relatórios, B.I. ou Client Review apresentado pela TMC

Análise da política de viagens

  • Avaliação e justificativas de desvios
  • Análise de padrões comportamentais e/ou processos, antecedência, urgências
  • De forma semestral ou anual, é importante ter uma revisão estruturada da política de viagens

Riscos e segurança

  • Capacitação com plano de ação e contingência para diferentes cenários e situações
  • Avaliação de tecnologia e/ou processo de identificação de viajantes em situações emergenciais

Comunicação

  • Estar atento a conteúdos, temas, notícias relevantes do mercado
  • Estabelecer reuniões com solicitantes (percepções, direcionamentos, estratégicas, feedbacks)
  • Entendimento de expectativas, experiências com viajantes

Avaliação de fornecedores

  • Avaliar market share e volume por fornecedores
  • Com base na avaliação, identificar possíveis concentrações de volume para possibilidade de estabelecer acordos comerciais estratégicos
  • Analisar cadeia de fornecedores em pautas específicas (conformidade com legislação tributária, trabalhista, ESG etc.)

Oportunidades de Implementação

  • Ajustes de política
  • Comunicação interna
  • Plano de Ação e Cronograma de operação

A Dynamic Travel atua ativamente na análise de dados e indicadores essenciais para impulsionar resultados de viagens corporativas direcionando decisões para gestores de viagens com foco em aumento de previsibilidade, oportunidades de economia e maior efetividade estratégica e operacional.  Para você conhecer mais esse pilar estratégico clique aqui.

5. Direcionamento interno com a cadeia de viagens

O gestor deve trabalhar três pilares com sua equipe:

Conscientização de despesas
- Contribuir com conteúdos e situações reais com avaliação de impacto de compras realizadas fora do prazo de antecedência.

Criação de Comitê específico para debater sobre viagens e despesas corporativas
- O intuito é prover discussões, rodas de conhecimento, capacitações sobre temas, do básico ao avançado, sobre o mercado de viagens corporativas.

A Dynamic Travel acredita que o conhecimento eleva o nível de entrega e resultados. Por esse motivo, ela investe em eventos e workshops educacionais para nutrir toda a cadeia e apoiar os gestores de viagens para elevar a performance de todos os envolvidos no processo.

Responsabilidade compartilhada
- Viagem corporativa é responsabilidade coletiva, e não de uma pessoa só.

Cultura de planejamento
- Construir uma cultura de previsibilidade, demonstrar eventos que contribuíram para uma performance positiva ou negativa do processo. Com isso, essa cultura deve ser institucionalizada com apoio de outras áreas, como o RH e marketing para que toda a cadeia se conscientize sobre determinadas questões e particularidades.

Reflexão aos gestores

Podemos concluir que, ter clareza sobre os principais 5 direcionamentos para melhor performance como gestor de viagens é, antes de tudo, compreender que o gestor precisa ocupar seu espaço dentro da organização.

Ele é o elo entre estratégia, finanças, pessoas e operações.

Quando assume esse protagonismo, estrutura reuniões inteligentes, traduz dados em decisões, educa solicitantes e integra tecnologia com governança, a gestão de viagens deixa de ser reativa e passa a ser planejada, mensurável e estratégica.

Portanto, empresas que contam com parceiros experientes, como a Dynamic Travel, TMC especializada em gestão de viagens corporativas e eventos corporativos, com 20 anos de know-how fortalecem ainda mais essa estrutura, pois contam com suporte consultivo, visão analítica e acompanhamento contínuo de performance.

É importante frisar que, estabelecer uma rotina estratégica não é apenas organizar viagens.
É estruturar inteligência corporativa sobre mobilidade, custos e pessoas.

Conheça a Dynamic Travel

A Dynamic Travel é uma TMC com mais de 20 anos de experiência em gestão de viagens e eventos corporativos, na qual possui portfólio extenso de serviços que tangem a rotina de empresas que precisam deslocar seus colaboradores a trabalho. A TMC se posiciona como parceira estratégica ideal para apoiar empresas em qualquer estágio dessa trajetória, desde a criação da política de viagens até a operação diária e análise contínua de resultados, com pequenas, médias e grandes empresas com diferentes necessidades, volume e comportamentos de compra e perfis de atendimento.

Além disso, a Dynamic Travel é reconhecida por sua proximidade, customização, flexibilidade e alto nível de gestão em processos e serviços ofertados. Atendemos todos os serviços de viagens corporativas, desde a emissão de passagens aéreas, hospedagens, locação de veículos, transfers ao atendimento multicanal 24/7 com consultores dedicados, suporte emergencial/VIP entre outros. Somamos a isso gestão com indicadores, análises e negociações estratégicas. Nossa atuação inclui também soluções financeiras para pagamento, integração e conciliação de faturas e cartões, garantindo total controle sobre o investimento em viagens, gestão de despesas corporativas e políticas.

Com mais de 450 grupos empresariais atendidos, a Dynamic Travel é uma S.A de capital fechado e uma empresa ESG que está no quinto ano consecutivo como participantes do Pacto Global da ONU.

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